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Antonio Rossett (Tony)

Sou Antonio Rossett, ou Tony, como os amigos me chamam, levo exatamente o que se pode chamar de uma vida entre os discos.

Nasci em 1976, auge da era disco, e quando meu primo dava “bailinhos de garagem” muito comuns naquela época, eu costumava ficar em pé em uma cadeira na frente do toca-discos, um BSR automático, olhando cair disco a disco enquanto o pessoal dançava aos montes na garagem.

Um pouco mais tarde em 1980, aos 4 anos, meu pai me deu de presente  uma vitrolinha Philips modelo NG-1151, de 1964, que ele mantinha guardada. Junto com a vitrolinha, deu um compacto dos Bee-Gees com selo Polydor vermelho, de um lado tinha “I started a Joke” e do outro lado “Cherry Red”, que eu ouvia exaustivamente. Tios e tias começaram a me presentear compactos com historinhas, aquela série “Disquinho” onde cada disco era de uma cor diferente.

Daí pra frente, a paixão pelos discos só cresceu, e com ela a fascinação pelos toca-discos. Aprendi eletrônica com meu pai aos 12 anos de idade. Aos 14 anos já exercia a eletrônica como profissão. Comecei a ser cobrado por uma formação, um diploma. Então nem tive o que pensar. Estudei o colegial para técnico em Eletrônica, curso de 4 anos na época (Entre 1992 e 1996).

Em 1996, acompanhei o declive dos LP’s o crescimento dos CD’s, mas nunca me livrei de meus LP’s. Em 1992 comecei a montar seu “Set” de equipamentos. Mais ou menos em 1997 comprei meu Philips GA-312 que está comigo até hoje. Tenho outros equipamentos, mas o principal é o GA312. Quando pequeno, ouvia os discos do meu pai, então cresci ouvindo muita música orquestrada, nos anos 90 passei a ouvir um pouco mais de música atual. Mas meu gosto musical só ficou verdadeiramente diversificado após 1998, quando comece a garimpar por discos em sebos, comecei a apreciar e a respeitar a diversidade musical.

Não tem como quantificar quantos LP’s fazem parte de minha coleção, pois a maior parte está guardada em São Paulo, minha cidade natal, na casa de minha mãe. Devem ser em torno de 2300 a 2500 LP’s. Eventualmente trago algo para Salvador, onde moro agora. Em Salvador possuo cerca de 180 LP’s, que vão desde música clássica até rock progressivo, excursionando por Jazz, Beatles, bastante coisa dos anos 60 e 70.

Já possuí diversos equipamentos de diversas marcas, modifiquei projetos para melhorar, algumas modificações deram certo e outras nem tanto. Mas não sou muito preso a teorias. Qualidade é aquela que agrada aos ouvidos, nem sempre a mais cara, nem sempre importada, mas sempre aquela que podemos otimizar para nos agradar, para dar o melhor rendimento.

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6 Respostas para “Antonio Rossett (Tony)

  1. Esse é o meu amigo Tinis e seu lado bucólico e lúdico que me fez admirá-lo muito, parabéns meu amigo pelo seu bom gosto com as coleções viu…. Adoooooooro vc

  2. Puxa, os discos de vinil fizeram parte de minha vida, como pelo visto, da sua.Realmente é marcante!!Cada disco de presente era uma história diferente…sobre a coleção colorida, enchia os olhos de qualquer criança!!Ponho na lista barbapapas, patinho feio, topo gigio e outros, afinal, naquela época ser criança, era sinônimo de felicidade e saúde!!!Ahhh se meus filhos pudessem viver essa época…Beijosss

  3. Obrigado pela visita pra Jivis e pra Ágatha. Voltem sempre!

  4. Tony
    Ao ler seu Post, me remeteu ao bons tempos do passado, aonde os bailhinhos rolavam solto nas garagens aqui em São Paulo. Não tive toda essa paixão por vinil, mas gosto muito de musica.
    Quando vier visitar sua mãe aqui em SP, me procure, para colocar os papos em dia.
    Um abraço do amigo
    Otavio Biondo

    • Verdade, Otávio! Participei demais desses bailinhos. Sempre tive paixão por discos de vinil e os coleciono até hoje. Tenho uma parte da coleçãona casa da minha mãe e outra parte aqui em minha casa.
      Quando eu for pra SP, faço contato contigo!
      Obrigado pela visita ao blog, volte sempre! Um grande abraço!

  5. Seu post me fez lembrar de um passado, aonde o vinil fez parte dela. pena que não tive a mesma paixão qe vc. e alguns vinis, eu ainda bem jovem, os dei. São motivo hj em dia de grande arrependimento. mas o passado não volto, certo? ainda bem que tems pessoas como vc, que pode nos proporcionar um retorno aos “bons e velhos tempos”. Ótimo blog! Parabéns pela iniciativa. Beijos

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